Projeto Travessia planeja relação de Florianópolis com o mar

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A segunda edição do projeto Travessia, realizada no último dia 5 de agosto pela regional Santa Catarina da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA/SC), em Florianópolis, continuou a definição de dois equipamentos efêmeros a serem projetados para a melhora da relação da cidade com o mar. A ideia foi discutir com a comunidade ferramentas a serem instaladas na região continental e na Ilha, próximas às cabeceiras da ponte Hercílio Luz. O encontro foi realizado no Centro Sapiens, no Museu da Escola Catarinense, na rua Saldanha Marinho. “Foi a ampliação de nossa primeira reunião, na metade de julho. O próximo passo será definir como será o tipo, os materiais e a montagem desses equipamentos”, afirma Tatiana Filomeno, presidente da AsBEA/SC,

Desenvolvidas com base na metodologia de design thinking, as propostas têm orientação do Grupo VIA, da UFSC, apoiador do projeto. Em setembro próximo a metodologia evoluirá para a definição final de quais serão esses equipamentos. “Provavelmente será uma reunião em grupo, em vez de uma oficina”, afirma Maria Lucia Gobbi, conselheira da AsBEA/SC. Todo o processo considera o custo, o uso para várias faixas etárias, materiais sustentáveis, resistência e a relação com o mar. “Também têm de ter fácil montagem e visualização à distância”, completa Filomeno.

 

 

O projeto TRAVESSIA é resultado do edital lançado pelo CAU/SC para financiamento dos projetos prototipados no 2º Congresso Catarinense de Arquitetos e Urbanistas; conta com o patrocínio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo – CAU SC e apoios do Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB SC, Movimento Traços Urbanos, Grupo VIA, Centro Sapiens, MESC, Ponto do Pão e Mercado São Jorge.

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